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O Annual Global Retirement Index 2026, ranking internacional que avalia os melhores países do mundo para aposentadoria, revelou mudanças relevantes neste ano. Pela primeira vez, a Grécia alcançou o 1º lugar global, consolidando a Europa como uma das regiões mais atrativas para quem planeja viver a aposentadoria fora do país de origem.

O índice leva em consideração fatores como custo de vida, sistema de saúde, clima, moradia, facilidade de residência e qualidade de vida, combinando dados objetivos com a avaliação de especialistas que vivem nos países analisados.

Planejar a aposentadoria fora do Brasil deixou de ser apenas um sonho distante e passou a integrar o planejamento real de milhares de brasileiros. O Annual Global Retirement Index 2026, um dos rankings internacionais mais respeitados sobre qualidade de vida na aposentadoria, reforça essa tendência ao apontar os melhores países do mundo para viver a terceira idade, considerando fatores econômicos, sociais e estruturais que impactam diretamente o dia a dia de quem decide mudar de país.

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Europa em evidência: cinco países entre os dez melhores do mundo

 

O levantamento deste ano trouxe uma mudança significativa no topo da lista: a Grécia assumiu o 1º lugar global, superando destinos tradicionalmente associados à aposentadoria internacional, como Portugal e Espanha. O resultado consolida a Europa como um dos continentes mais atrativos para aposentados, especialmente para brasileiros que buscam segurança, estabilidade e qualidade de vida.

Como funciona o ranking e por que ele importa

O Annual Global Retirement Index avalia países do mundo inteiro a partir de critérios que refletem a experiência real de aposentados estrangeiros. Entre os principais fatores analisados estão:

  • Custo de vida e poder de compra

  • Qualidade e acesso ao sistema de saúde

  • Clima e bem-estar

  • Facilidade para obtenção de visto e residência

  • Habitação e infraestrutura

  • Integração social e qualidade do cotidiano

 

A metodologia combina dados estatísticos com avaliações de correspondentes e especialistas que vivem nos destinos analisados, oferecendo uma visão prática de como é, de fato, viver aposentado em cada país.

Para brasileiros que dependem de renda fixa — como aposentadoria, pensão ou rendimentos passivos — esse tipo de ranking é especialmente relevante, pois ajuda a identificar onde o dinheiro rende mais sem abrir mão de conforto, segurança e acesso a serviços essenciais.

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100 mil estrangeiros aposentados vivem na região, no sul de Portugal

Na edição de 2026, cinco países europeus figuram entre os dez melhores destinos globais para aposentadoria, o que reforça o peso do continente no cenário internacional:

Embora países da América Latina e da Ásia também apareçam no Top 10, geralmente com custos de vida mais baixos — a Europa se destaca pela combinação de segurança, serviços públicos robustos e estabilidade institucional, fatores altamente valorizados por quem planeja uma aposentadoria tranquila e previsível.

 

Por que a Grécia lidera o ranking em 2026

 

A Grécia surpreendeu ao alcançar o 1º lugar global graças a um conjunto de fatores estratégicos para aposentados:

  • Custo de vida mais baixo em comparação com outros países mediterrâneos famosos

  • Clima ameno e ensolarado durante grande parte do ano

  • Sistema de saúde acessível, com bons serviços públicos e privados

  • Programas de residência voltados a estrangeiros com renda própria ou investimento

  • Estilo de vida mais calmo, especialmente fora dos grandes polos turísticos

 

Para aposentados que priorizam qualidade de vida, alimentação saudável, proximidade com o mar e menor pressão financeira, a Grécia passou a ser vista como uma alternativa altamente competitiva dentro da Europa.

Portugal segue como favorito entre brasileiros.

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Mesmo sem liderar o ranking, Portugal continua sendo um dos destinos mais procurados por aposentados brasileiros. O país mantém vantagens estratégicas importantes:

  • Idioma comum, que facilita a adaptação imediata

  • Comunidade brasileira numerosa e bem estabelecida

  • Sistema de saúde público e privado bem avaliado

  • Clima ameno e cidades com boa qualidade de vida

  • Vistos específicos para quem vive de renda passiva, como o D7

 

Além disso, viver fora dos grandes centros — especialmente no interior ou em regiões menos turísticas, permite reduzir significativamente o custo de vida, mantendo conforto e acesso a serviços essenciais.

Itália, França e Espanha: diferentes perfis, o mesmo atrativo

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A Itália atrai aposentados pelo estilo de vida mediterrâneo, gastronomia, cidades médias com custos mais baixos e programas fiscais regionais para novos residentes.
A França se destaca pelo sistema público de saúde universal de alta qualidade e excelente infraestrutura, embora exija maior planejamento financeiro, especialmente nas grandes cidades.
Já a Espanha vem crescendo rapidamente na preferência de aposentados estrangeiros, combinando clima ensolarado, cidades costeiras acessíveis e um dos sistemas de saúde mais bem avaliados da Europa.

 

Cada país oferece um equilíbrio distinto entre custo, cultura, idioma e serviços, permitindo que o aposentado escolha de acordo com seu perfil e expectativas.

O que brasileiros devem avaliar antes de se aposentar no exterior

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Apesar do bom desempenho europeu no ranking, especialistas alertam que a decisão de se aposentar fora do Brasil exige planejamento cuidadoso. Entre os pontos mais relevantes estão:

  • Tipo de visto e regras migratórias

  • Custo real de vida na cidade escolhida

  • Sistema de saúde e acesso a atendimento

  • Idioma e adaptação cultural

  • Tributação sobre renda do exterior

  • Rede de apoio social e familiar

 

A escolha do país certo pode significar mais tranquilidade, segurança e bem-estar. Por outro lado, decisões tomadas sem planejamento podem gerar frustração financeira e dificuldades de adaptação.

Ranking como ferramenta estratégica, não como decisão final

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O Annual Global Retirement Index 2026 funciona como um mapa inicial para quem começa a planejar a aposentadoria internacional. Ele ajuda a comparar destinos, entender tendências globais e identificar países que oferecem melhor equilíbrio entre custo e qualidade de vida.

No entanto, a decisão final deve considerar fatores pessoais, objetivos de vida, renda disponível e expectativas de longo prazo. Mais do que escolher um país bem posicionado no ranking, o essencial é encontrar um destino que permita viver a aposentadoria com dignidade, segurança e satisfação pessoal.

Fonte: https://internationalliving.com/the-best-places-to-retire/

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